Portal Tributário Municipal Inteligente · Reforma do Consumo · EC 132/2023

Administrar o IBS não é o mesmo que fiscalizar o IBS.

O Comitê Gestor entrega os insumos: cadastro, notas, apuração, pagamentos. Converter esses insumos em fiscalização, lançamento e cobrança continua sendo tarefa do seu Município. O Portal Tributário Municipal Inteligente é a camada local de operação fiscal que faz exatamente isso, com inteligência artificial e a equipe que você já tem.

Tela do Portal Tributário Municipal Inteligente em operação

Sistema real em operação. Demonstração gravada, 5min43

O problema

Municípios gerenciando bilhões com ferramentas da década de 1990

Mais de 5.500 municípios brasileiros geram, juntos, cerca de R$ 300 bilhões por ano em receita tributária própria, a maioria com planilhas, sistemas que não se comunicam e processos manuais. O resultado se repete em quatro frentes que se reforçam mutuamente.

Dívida ativa sem controle

O crédito constituído envelhece sem ação até chegar à Procuradoria já desvalorizado. Execuções priorizadas por valor nominal, não por retorno real esperado.

Cobrança sem inteligência

Ordenar a lista de devedores por valor e começar a ligar: esforço desperdiçado em quem nunca pagará, enquanto quem regularizaria fica sem contato.

Metas sem metodologia

Metas fixadas por intuição, sem decomposição por tributo nem sazonalidade histórica. Ninguém sabe se um desvio é variação normal ou problema estrutural, e a resposta sempre chega tarde.

Fiscalização reativa

Sonegação identificada manualmente, com semanas de trabalho por contribuinte. A auditoria depende do critério individual de cada fiscal e só reage quando o problema já existe há anos.

A Reforma Tributária e a janela que está fechando

A reforma cria dois blocos. Só um deles é entregue pronto.

A transição do ISS para o IBS é irreversível. O bloco central (cadastro único, NFS-e padronizada, arrecadação, split payment, contencioso) será operado pelo Comitê Gestor do IBS (CGIBS). O bloco local (fiscalizar, lançar, cobrar) continua sendo executado pela administração tributária do Município — junto com Estados e DF, sob coordenação do CGIBS (LC 227/2026, art. 2º, § 1º, VI, “a”). Esse bloco ninguém entrega pronto.

Bloco central · entregue pela União

CGIBS: infraestrutura central do IBS

  • Cadastro único
  • NFS-e padronizada
  • Arrecadação e distribuição
  • Split payment
  • DTE unificado
  • Contencioso administrativo

Bloco local · executado pela administração tributária do seu Município

Camada municipal de operação fiscal

  • Fiscalização e lançamento
  • Inteligência documental
  • Malha de inconsistências
  • Gestão de casos
  • Conformidade e autorregularização
  • Cobrança administrativa
  • Integração com a Procuradoria

É exatamente aqui que o Portal Tributário opera

“O CGIBS produz os insumos; o Município precisa ter a estrutura para utilizá-los. Sem sistemas locais aptos a consumir, interpretar e converter esses insumos em ação fiscal, o ente municipal receberá um volume de informação que não conseguirá usar.”
Darniton Amorim Viana, Nota Técnica “Administrar o IBS não é o mesmo que fiscalizar o IBS”, Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 2026 — reproduzida com autorização

Baixar a nota técnica completa da CNM (PDF, 756 KB)

EC 132 · 2023Institui o IBS, a CBS e o IS; introduz os arts. 156-A e 156-B na CF
LC 214 · 2025Documento fiscal com força declaratória, apuração assistida, DTE, split payment
LC 225 · 2026Conformidade, autorregularização e planos de regularização
LC 227 · 2026Institui o CGIBS; coordenação e registro compartilhado de fiscalizações

A solução

O Centro de Inteligência Fiscal do seu Município

O Portal Tributário Municipal Inteligente não é mais um sistema de emissão de guias, nem um cadastro tributário convencional. É um sistema vivo que entende o contribuinte, decide o melhor próximo passo, fundamenta a auditoria com rigor técnico e aprende com os resultados, colocando o gestor municipal no mesmo nível analítico de grandes organizações, com a equipe que já existe.

Opera sobre os dados que o município já tem, sem substituir sistemas legados e sem migração traumática: integra o sistema tributário existente, o call center e fontes federais e estaduais, funcionando como camada de orquestração e enriquecimento.

“Quanto melhor for essa camada local, maior será a efetividade fiscal do ente. (…) A competência formal de fiscalizar, lançar e cobrar permanecerá na lei, mas a capacidade real de exercê-la estará comprometida” sem sistemas locais adequados.
Darniton Amorim Viana, Nota Técnica “Administrar o IBS não é o mesmo que fiscalizar o IBS”, Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 2026 — reproduzida com autorização

Para quem

Um sistema, todos os papéis da gestão tributária

O Portal serve cada perfil da secretaria com a informação certa, no momento certo. Cada módulo conversa com os demais, mas o que cada usuário vê é desenhado para a sua decisão.

Secretaria de Fazenda e Prefeito

Observatório de arrecadação, metas com metodologia e previsão de receita com intervalo de confiança. Decisão orçamentária apoiada por evidência, não por intuição.

Auditores Fiscais

Dossiê de 16 fontes em segundos, fiscalização de NFS-e com Lei de Benford, cruzamentos DIMP × PGDAS-D × SEFAZ e malha de inconsistências priorizada por risco.

Procuradoria e Dívida Ativa

Cinco modelos preditivos por devedor, priorização por retorno esperado, campanhas multicanal com telemetria e painéis de negativação e protesto integrados.

Atendimento e Operação

Contribuinte atendido no WhatsApp com IA autenticada, console web com modos automático/assistido/manual e comunicação massiva com fila auditada.

A rota de adaptação

As 3 Ondas de adaptação ao IBS, e como o Portal cobre cada uma

A preparação municipal não acontece de uma vez. A nota técnica “Administrar o IBS não é o mesmo que fiscalizar o IBS” (2026) organiza o esforço em três ondas de desenvolvimento; o Portal está pronto para a Onda 1 hoje, com os dados que o município já tem, e escala para as ondas 2 e 3 à medida que o ambiente nacional evolui.

Integração fundacional

Alta dependência do CGIBS

Obrigatória para todo município: adaptação ao cadastro único, conexão com a NFS-e padronizada, integração com o DTE e reorganização dos fluxos para a nova lógica declaratória.

Como o Portal atende: integração com legados sem substituição, observatório de arrecadação, base legislativa completa da Reforma e dossiê conectando situação municipal a fontes federais e estaduais.

Operação híbrida

Dependência intermediária

O município deixa de ser usuário passivo: análise de divergências de apuração, gestão de casos fiscais, reconciliação entre documentos e eventos de pagamento, atuação coordenada com outros entes (LC 227/2026).

Como o Portal atende: fiscalização de NFS-e com detecção matemática e semântica, dossiê de 16 fontes para seleção por risco, confronto SEFAZ × DIMP × PGDAS-D e notificações de autorregularização (LC 225/2026).

Escala e maturidade

Menor dependência do CGIBS

A vocação própria do município: seleção fiscal orientada por risco, malha de inconsistências, programas de conformidade, cobrança estratégica e integração avançada com a Procuradoria.

Como o Portal atende: cinco modelos preditivos de comportamento do devedor, metas com metodologia formal, relatórios com autenticidade verificável, priorização de execuções por retorno esperado.

“O que minha administração tributária precisa fazer, nos próximos doze a vinte e quatro meses, para estar apta a consumir os dados do ambiente nacional e convertê-los em fiscalização, lançamento e cobrança efetivos?” É dessa pergunta que deve partir o planejamento de cada gestor.
Darniton Amorim Viana, Nota Técnica “Administrar o IBS não é o mesmo que fiscalizar o IBS”, Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 2026 — reproduzida com autorização

A plataforma

Onze módulos integrados, do primeiro dado à última cobrança

Os onze módulos aqui listados são as áreas de capacidade; internamente, cada um combina mais de 29 automações sobre os dados do município. Cada módulo conversa com os demais: os dados da cobrança alimentam o planejamento; as análises geram notificações formais; os alertas chegam ao gestor com o contexto histórico já disponível. Toque em cada módulo para ver o que ele faz.

SCIMCobrança Inteligente Multicanal

Cada devedor é avaliado por cinco modelos preditivos simultâneos antes de qualquer contato:

  • Propensão de quitação em 30 dias, quem recebe atenção prioritária;
  • Receptividade a parcelamento: o operador chega sabendo se a oferta faz sentido;
  • Valor efetivamente recuperável: priorização por retorno real, não nominal;
  • Perfil comportamental: clusters de comportamento que orientam a abordagem de cada grupo de devedores;
  • Detecção de anomalias: padrões desviantes que pedem tratamento diferenciado.

Painel operacional do call center em tempo real, campanhas de e-mail e SMS com telemetria de entrega e abertura, e linha do tempo completa de cada devedor (contatos × pagamentos). Dados pseudonimizados nos modelos, em conformidade com a LGPD.

ObservatórioArrecadação e Planejamento de Metas

Receita por tributo (IPTU, ISS, alvará, CIP), tipo de contribuinte, bairro e período, com projeção dos próximos meses com intervalos de confiança e sazonalidade histórica incorporada às metas.

  • Metas decompostas hierarquicamente: total → tributo → código de receita → contribuinte, com sazonalidade histórica mês a mês;
  • Fluxo formal de aprovação com registro de data e responsável: memória institucional auditável pelos Tribunais de Contas;
  • Alertas automáticos (meta em risco, queda interanual, concentração de receita) entregues por e-mail e Telegram ao responsável pelo tributo;
  • Relatório executivo de previsão em PDF, com acurácia acompanhada mês a mês e dados congelados por snapshot auditável.
DossiêInteligência Fiscal: dossiê com 16 fontes públicas

Para qualquer empresa investigada, o sistema monta um dossiê completo em segundos: situação tributária municipal completa + 16 fontes públicas consultadas em paralelo (cadastro federal com sócios, TCU, CEIS, CNEP, CEPIM, Portal da Transparência, TCE, contratos e fornecedores públicos, transferências, processos judiciais e mais).

  • Identifica empresas com contratos públicos e dívida ativa municipal em aberto, sancionados que seguem emitindo notas, volume de contratos incompatível com o tributo declarado;
  • Relatórios com autenticidade verificável: hash criptográfico e página pública de verificação por código.
NFS-eFiscalização de Notas Fiscais

Três técnicas complementares aplicadas automaticamente sobre o universo de notas de qualquer prestador:

  • Lei de Benford: análise matemática da distribuição de primeiros dígitos; manipulação (ex.: fracionamento de notas) gera desvio detectável, com índice de risco quantificado;
  • Análise semântica: agrupamentos de descrições inconsistentes com a atividade declarada;
  • Mapa de relações entre termos: mistura de categorias tributárias sugerindo classificação indevida.

Notificações de autorregularização com ciclo formal, autenticidade verificável (hash + QR de verificação) e prazo de regularização voluntária: o espaço de conformidade ativa que a LC 225/2026 disciplina. O que levava semanas acontece em minutos.

Central de documentos fiscais: upload unitário ou em lote (PGDAS-D, DEFIS, SPED), com extração automática de conteúdo e metadados prontos para a auditoria.

Dívida AtivaParcelamentos e Dívida Ativa
  • Ciclo completo dos parcelamentos: concedidos por servidor, em dia ou em atraso hoje, com projeção de recebimentos futuros para planejamento de caixa;
  • Campanhas de cobrança por e-mail e SMS com telemetria; painéis de negativação e protesto da CDA integrados ao acompanhamento de cada devedor;
  • Estoque por situação e tributo com evolução anual, ranking de maiores devedores e priorização por retorno esperado para a Procuradoria.
IAAssistente de Inteligência Artificial

Um analista sênior permanentemente disponível em cada módulo. Qualquer usuário autorizado pergunta em linguagem natural, “Como está o IPTU frente à meta?”, “Quais os dez maiores devedores de ISS ainda não negativados?”, e recebe resposta fundamentada nos dados reais, com gráficos e tabelas gerados na hora.

  • Lembra das conversas anteriores e retoma o contexto;
  • Contextualizado pelas regras de negócio de cada módulo onde opera;
  • Respeita o perfil de permissão de quem pergunta;
  • Aprendizado por casos: soluções aprovadas viram memória institucional consultável pelo agente.
MapaMapa Fiscal e Geointeligência

Inteligência territorial sobre os dados fiscais: mapa georreferenciado de tomadores de NFS-e, classificação de IPTU e CIM por bairro e comparativo regional de arrecadação sobre malhas oficiais do IBGE.

  • Filtros dinâmicos por localidade, valor e severidade dos achados;
  • Planejamento de ações por evidência geográfica: fiscalizações e mutirões onde os dados indicam.
CruzamentosSEFAZ × DIMP × PGDAS-D × Município
  • DIMP: compara valores recebidos por cartão e PIX com a receita declarada em NFS-e, apontando indícios de subdeclaração por competência e contribuinte;
  • PGDAS-D/Simples: segrega optantes, orienta a regra correta de recolhimento e evita cobranças indevidas;
  • Declarações estaduais: confronto do declarado à SEFAZ com os registros municipais;
  • Produtividade da equipe de auditores consolidada automaticamente, com comparativos mensais e históricos;
  • Domicílio Tributário Eletrônico integrado: envie, acompanhe e detalhe mensagens do DTE sem sair do Portal. A ponte com o ambiente pós-Reforma já está construída;
  • Auditoria de ITBI: valores declarados confrontados com anúncios reais de portais imobiliários, com fluxo de revisão e valoração.
DAFTransferências: FPM, FUNDEB e Repasses

Não é só tributo próprio: o Portal acompanha as transferências que sustentam o orçamento, conferidas direto nas fontes oficiais, em 14 painéis dedicados.

  • FPM, FUNDEB e repasses estaduais integrados à fonte repassadora, com composição, fluxo de caixa e tendência;
  • FUNDEB pelo denominador correto: matrículas da rede pública (Censo Escolar/INEP, na forma do art. 212-A da CF), com simulação de redistribuição por matrícula;
  • Benchmark regional: o seu município comparado aos vizinhos sobre malhas oficiais do IBGE, no mapa;
  • Receitas estaduais (ICMS/IPVA) com composição, séries, crescimento e alertas.
AtendimentoAtendimento via WhatsApp e Canais Digitais

O contribuinte, após autenticação, consulta débitos, parcelamentos, CDA e dados imobiliários direto pelo WhatsApp. A equipe acompanha tudo em console web com chat, dashboards e comunicação integrados.

  • Três modos de operação: automático (IA responde), assistido (IA sugere, operador aprova) e manual;
  • Histórico integral por conversa, com identificação de mensagem humana × IA;
  • Comunicação massiva por e-mail e WhatsApp com templates, campanhas e fila auditada.
GestãoGestão Administrativa e Base Legislativa
  • Organograma navegável com servidores vinculados a unidades e cargos;
  • Base legislativa curada e pesquisável (inclusive as leis complementares da Reforma), que também fundamenta as respostas do assistente de IA;
  • Sistema interno de solicitações com acompanhamento de status;
  • Planejamento estratégico da secretaria em 5 níveis, do plano ao percentual de conclusão de cada atividade;
  • Controle de acesso granular: cada perfil vê exatamente o que deve, e nada mais.

Produto em produção, não em protótipo

Veja o sistema real em operação

A plataforma está em operação com múltiplos perfis ativos: gestores, auditores fiscais, operadores de cobrança e Procuradoria. Os modelos preditivos e o assistente de IA operam sobre dados reais. Demonstração gravada em ambiente com dados fictícios.

Transcrição do vídeo (5min43) — texto integral da narração

Esta é a demonstração do Observatório de Fiscalização, a plataforma de inteligência fiscal da AIBOT para a administração tributária municipal. Tudo o que você vai ver é o sistema real, em execução, carregado com um gêmeo sintético de um município: 20 mil contribuintes, 624 mil notas fiscais e 24 meses de movimento. Nenhum dado real foi utilizado.

Começamos pela visão gerencial. No canto superior esquerdo, a materialidade potencial: R$ 147 milhões sinalizados pela triagem automática, distribuídos em 884 achados. Ao lado, o que já foi confirmado ou convertido em caso, os 2.500 contribuintes ranqueados, e o backlog que ainda espera a triagem. É a fotografia diária da fiscalização.

Logo abaixo, o ranking executivo ordena os contribuintes por materialidade e severidade. O primeiro da fila concentra R$ 9,6 milhões em divergências de cartão. Em vez de garimpar planilhas, a equipe começa o dia sabendo exatamente quem investigar. E por quê?

Abrindo o contribuinte, a análise por competência cruza, mês a mês, o que foi emitido em nota, o que foi tomado e o que foi efetivamente recolhido. Das 24 competências analisadas, 12 estão críticas, e o cartão vermelho à direita acumula um gap de R$ 19 mil a investigar, com a taxa de conformidade calculada automaticamente.

No cruzamento com o Simples Nacional, o sistema lê os extratos oficiais do PGDAS-D. Aqui são 6 documentos processados pelo parser real, e a conta não fecha. A receita declarada soma R$ 178 mil, mas as notas emitidas somam R$ 601 mil.

18 competências com omissão material, listadas uma a uma com o valor exato da diferença.

Nem tudo chega por API, e o sistema não exige. Extratos do PGDAS-D, DEFIS e contratos entram por upload individual ou em lote. Esta inscrição tem 8 documentos, todos processados com sucesso pelo parser real, que já gerou 6 achados fiscais automáticos a partir deles.

A DIMP, declaração oficial dos meios de pagamento, conta a terceira versão da história. R$ 17,1 milhões recebidos em cartão e PIX, contra R$ 7,5 milhões declarados em nota. O gap de R$ 9,6 milhões aparece no painel vermelho, competência por competência.

O indício mais difícil de o contribuinte explicar.

A dimensão geográfica entra no mapa de tomadores. Cada nota é geocodificada, e a tabela mostra que 79% do ISS vem de tomadores no próprio município-sede, com o restante espalhado por Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Informação decisiva em disputas de competência tributária do ISS.

No grafo relacional, o contribuinte vira o centro de uma rede: um serviço, 66 tomadores, e a espessura de cada ligação é o volume faturado. O próprio sistema aponta os achados de rede, tomadores isolados e concentração geográfica no sul, e os R$ 66 mil em aberto nessa cadeia.

A análise semântica interpreta o texto livre das notas: 95 termos conectados em 109 ligações, agrupados por comunidade de assunto. Nuvem de palavras, dendrograma e grafo revelam a atividade real por trás do vocabulário, e denunciam quando ela não combina com o CNAE cadastrado.

E o auditor não interpreta sozinho. O assistente de inteligência artificial lê o contexto real da tela, a inscrição, o teste de Benford, as estatísticas, e explica: distribuição não conforme, qui-quadrado de 27,8, muito acima do limite crítico.

E repare: o que não está carregado na sessão, ele declara que não tem, em vez de inventar. É a inteligência artificial explicável aplicada à fiscalização.

Tudo desemboca em Achados & Risco: 884 achados, 862 deles críticos ou altos, cada um com score explicável e botões de triagem: confirmar, descartar ou abrir caso com um clique.

Este motor foi validado contra um gabarito de 625 casos plantados: 82,8% de precisão.

Do achado nasce o caso fiscal. Aqui está o caso aberto a partir daquele achado de R$ 9 milhões. Cada evento, abertura, análise, notificação, entra numa timeline encadeada por hash SHA-256. O selo verde confirma: cadeia íntegra, verificada pelo servidor.

Ninguém edita o passado, e é isso que sustenta o processo administrativo.

Antes do litígio, a autorregularização. O checklist do auditor consolida as inconsistências do contribuinte, inclusive o gap de R$ 9,6 milhões no cartão, e monta a notificação de conformidade voluntária em poucos cliques, com hash de autenticidade.

A ponta final é o domicílio tributário eletrônico. A notificação chega à caixa do contribuinte com rastro completo de envio e leitura. Detectar, priorizar, agir e notificar: o ciclo completo da fiscalização, fechado numa única plataforma.

Fechando o olhar sobre o contribuinte, o dossiê 360º. Para cada CNPJ, o sistema consolida cadastro federal, arrecadação municipal, parcelamentos, certidões de dívida ativa e processos judiciais.

A visão completa, com o status de cada fonte consultada, numa única tela.

E a reincidência entra na conta. O histórico de ações fiscais do contribuinte, auditor, finalidade, período e resultado, fica correlacionado ao comportamento de emissão ao longo do tempo.

Uma ação em curso por omissão de receita muda o peso de qualquer novo achado. E a operação é monitorada o tempo todo. Prometheus e Grafana acompanham processador, memória e banco de cada serviço, com consultas respondendo em milissegundos sobre quase 2 milhões de registros.

O SLA de 99,5% vem com evidência, não promessa.

AIBOT. Inteligência fiscal para o seu município.

Números da plataforma

51+painéis gerenciais e operacionais interativos
20–40%de aumento na recuperação de dívida ativa com a mesma equipe
16fontes públicas consultadas em paralelo no dossiê fiscal
30 diasde implantação, sem substituir sistemas nem interromper a operação

Projeções de retorno; resultados variam conforme a carteira e a base de dados de cada município.

Diferenciais e conformidade

Construído para dados fiscais: segurança e LGPD como requisitos de projeto

Operação tributária tradicional

  • Cobrança ordenada por valor nominal da dívida
  • Fiscalização reativa, manual, semanas por contribuinte
  • Metas fixadas por intuição, sem sazonalidade
  • Dossiê montado consulta a consulta, em fontes isoladas
  • Sistemas que não se comunicam; planilhas como ponte
  • Auditabilidade posterior, dependente do critério do servidor

Portal Tributário Municipal Inteligente

  • Cinco modelos preditivos priorizam por retorno real
  • Fiscalização matemática e semântica, minutos por prestador
  • Metas decompostas com sazonalidade histórica
  • Dossiê de 16 fontes em segundos, com hash verificável
  • Camada de orquestração sobre o legado, sem migração
  • Trilha before/after com encadeamento criptográfico

Jornada completa do contribuinte

Linha do tempo por CPF/CNPJ unindo acionamentos de cobrança e pagamentos, com correlação contato → pagamento em até 30 dias. A abordagem certa nasce do histórico real.

Autenticidade documental nativa

Hash criptográfico calculado na finalização de relatórios e notificações, com página pública de verificação por código. Qualquer alteração posterior é matematicamente detectável.

Sem substituir o que já existe

Camada de orquestração sobre os dados que o município já tem, com mais de 29 módulos de automação operando sobre o sistema tributário legado. Sem migração destrutiva, sem interrupção.

Controle de acesso granular

Permissões por grupo até a funcionalidade individual; expiração de sessão; cada perfil acessa exatamente o que deve.

Auditoria e integridade

Trilha de auditoria com registro before/after das ações críticas e encadeamento criptográfico (hash) nos casos fiscais: rastreabilidade para controle interno e Tribunais de Contas.

LGPD por desenho

Finalidade definida, uso proporcional, registro de origem dos dados e rastreabilidade de cada consulta. Este site, aliás, não usa cookies nem rastreadores.

Para aprofundar

Inteligência fiscal em detalhe: artigos técnicos e cenários de impacto

Análises sobre Reforma Tributária, IBS, fiscalização municipal e cobrança preditiva — escritas para gestores e auditores que estão se preparando para o novo regime.

Guia · 15 min

Reforma Tributária para municípios: guia consolidado

Artigo-pilar com tudo que um gestor precisa saber: EC 132 + LCs 214/225/227, cronograma 2026-2033, blocos CGIBS vs município, 3 ondas de adaptação e checklist operacional.

Ler guia completo →
Inteligência artificial

IA na fiscalização tributária municipal

Onde a IA realmente ajuda (modelos preditivos, anomalias, semântica) e onde não ajuda. LGPD e auditorabilidade por desenho.

Ler artigo
Cobrança

Dívida ativa municipal: guia completo

Do lançamento à execução fiscal. Como priorizar por retorno esperado em vez de valor nominal, com a mesma equipe.

Ler artigo
Cenário ilustrativo

Recuperação de dívida ativa em município médio

Cinco modelos preditivos priorizando uma carteira de R$ 180 milhões por retorno esperado, com a mesma equipe.

Ver cenário →

Ver todos os artigos

Perguntas frequentes

O que gestores municipais perguntam antes de agendar

Reunimos as objeções mais comuns. Se a sua não está aqui, escreva para comercial@aibot.app.br.

O Portal substitui o meu sistema tributário atual?

Não. Ele é uma camada de orquestração e inteligência sobre o sistema que o município já opera. Os mais de 29 módulos de automação leem e escrevem no legado, sem migração destrutiva e sem interromper a operação. A implantação não exige troca de fornecedor de NFS-e, cadastro ou call center.

Quanto tempo leva a implantação?

Cerca de 30 dias, sem interromper a operação. O Portal se conecta às bases existentes (sistema tributário, call center, fontes federais e estaduais) e passa a operar como camada de enriquecimento por cima. A equipe é treinada nos módulos à medida que cada um entra em produção.

Funciona para o meu município, pequeno, médio ou grande?

Sim. O Portal opera hoje sobre bases de diferentes portes. A arquitetura em camada escala com o volume de notas, contribuintes e dívida ativa do município; os modelos preditivos são treinados sobre a carteira local, não importam regras prontas de outro ente.

E a LGPD? O que acontece com os dados dos contribuintes?

LGPD por desenho: finalidade definida, uso proporcional, registro de origem de cada dado e rastreabilidade de cada consulta. Os modelos preditivos trabalham sobre dados pseudonimizados. Há controle de acesso granular por perfil, expiração de sessão e trilha de auditoria before/after nas ações críticas. Este próprio site institucional não usa cookies nem rastreadores.

Como o Portal se posiciona para a Reforma Tributária e o IBS?

O Portal cobre a competência que permanece com a administração tributária local (LC 227/2026, art. 2º, § 1º, VI, “a”): fiscalizar, lançar e cobrar. Ele já integra o Domicílio Tributário Eletrônico (DTE) e está pronto para as três ondas de adaptação ao IBS descritas na nota técnica “Administrar o IBS não é o mesmo que fiscalizar o IBS” (2026), que está disponível para download nesta página.

Qual o investimento?

O modelo comercial é ajustado ao porte do município e ao escopo de módulos. A demonstração com dados do seu município permite estimar o retorno projetado (recuperação de dívida ativa, ganho de efetividade fiscal) antes de qualquer contratação. Fale com comercial@aibot.app.br para receber uma proposta.

Os relatórios e notificações têm validade jurídica?

Cada relatório e notificação é finalizado com hash criptográfico e página pública de verificação por código. Qualquer alteração posterior é matematicamente detectável, e a trilha before/after sustenta a auditabilidade perante controle interno e Tribunais de Contas. A autenticidade documental é nativa, não um adendo.

A janela de adaptação ao IBS está aberta, mas não por muito tempo.

Os municípios que chegarem ao novo regime com uma camada própria de operação fiscal exercerão suas competências desde o primeiro dia. Agende uma demonstração com dados do seu município.

comercial@aibot.app.br

Demonstração remota ou presencial, com dados do seu município. O clique abre o seu e-mail já com um breve formulário.